// Estar com Deus: Janeiro 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Para meditarmos!

Vivemos num ciclo.

Este ciclo se comporta de acordo com a sociedade e com a sua vida monótona, com as coisas do dia a dia.

Passamos por fases na nossa vida, Infância, Adolescência, e por fim nos tornamos adultos.

Neste processo, fazemos coisas rotineiras, tipo, quando crianças, nos acordamos cedo, tomamos nosso café e vamos para a escola. De volta, ao nosso horário de almoço, fazemos as nossas refeições descansamos, estudamos e assim seguimos os nossos dias.

Quando adultos instruídos e formados, sabemos que precisamos trabalhar, crescer profissionalmente, assumir as nossas responsabilidades e dentre outras coisas, nos divertir.

Neste processo todo, criamos em nós um senso crítico, uma espécie de termômetro e relógio que começa a nos orientar para as coisas que devemos fazer.

Então, fechamos um ciclo, um ciclo que se não tomarmos cuidado, pode ser vicioso.

Acordamos, trabalhamos, interagimos, almoçamos, interagimos, trabalhamos, e por fim, interagimos e nos divertimos. No final, no outro dia recomeçarmos tudo novamente.

Como em uma indústria, cria-se um modelo de produção, totalmente viciado e metódico, passando assim por anos e anos.
Porém, cabe aqui salientar que a nossa educação, o nosso conhecimento, nos cria portas para mudarmos estes conceitos.

Somos seres livres, pensantes, criaturas de Deus, que tem afinidades, dons e pensamentos.

Não podemos nos ater a educação massiva de hoje, que começa a inflar em nós, e principalmente em nossos jovens, bobagens e imagens que simplesmente trocam todos os valores morais e sociais.

Precisamos de cultura, precisamos de educação.

Poderíamos muito bem, trazer programas educativos, que adicionam alguma coisa ao nosso intelecto. Programas educacionais, do tipo tele-curso segundo grau, para horários nobres, e não as primeiras horas da manhã onde ninguém esta assistindo, a não ser aquele trabalhador que tem que madrugar para poder chegar ao seu trabalho e necessita verdadeiramente daquela informação para aumentar o seu status em sua escalada de vida, ou as pessoas, desempregadas, desiludidas ou desamparadas, que ficam acordadas a noite, completamente sem nexo, esperando que aconteça alguma coisa em suas vidas.

Poderíamos colocar programas mais educativos em nossos meios de comunicação, ao invés de programas loucos que falam sobre fofocas de celebridades, destruição de sociedades, guerras, massacres, etc.

Devemos trocar estes programas sem conteúdo, que incitam sexo, roubo, são difamadores, produzem noticias sensacionalistas que geram dúvidas e críticas da opinião pública e se preocupam apenas com uma coisa, gerar IBOPE, por programas mais inteligentes.

A maioria dos programas de hoje, demonstram apenas as coisas ruins do dia a dia, noticias drásticas e cruéis para os olhos de uma sociedade.

Com isto, a sociedade pensa cada vez mais em vingança, se esquece de analisar o contexto social, político e humano o que está acontecendo verdadeiramente.

É mais fácil condenar alguém para a morte do que pensar realmente o que está acontecendo com a nossa sociedade.

O Brasil, por se tratar de um país com baixo índice de educação, estes falsos programas iludem as pessoas e criam fantasias nas mesmas, tirando os seus sonhos reais, criando fantasias inalcançáveis, e principalmente, destruindo as conquistas das nossas realizações.

Precisamos mudar, precisamos crescer, precisamos ter certeza de que o nosso ciclo vai mudar. Na hora do trabalho, trabalho árduo, justo, compensador e saudável. Na hora do divertimento, divertimento saudável, e na hora de aprendermos, educação e cultura sadia. Enfim aprimorar a política de qualidade de vida, tratando as pessoas como elas devem ser tratadas.

Por último, precisamos também, repensar a pressão social moderna do individualismo e do crescimento próprio, que cria a exclusão dos menos afortunados, resultando aos mesmos, indignação, responsabilidade social afetada, e inferioridade na sociedade.
Precisamos mudar este quadro, precisamos de educação e de discernimento do que realmente estamos fazendo nesta nossa sociedade.


Talvez, em próximo artigo, eu fale mais sobre as causas do individualismo moderno, de onde podemos tirar que o espetáculo não pode parar!
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