// Estar com Deus

sexta-feira, 16 de julho de 2010

O BOM SAMARITANO

Por - Dom Dadeus Grings

A mais crucial pergunta humana é: que fazer para possuir a vida eterna? A Parábola do Bom Samaritano, em resposta, apresenta a síntese da Historia da Salvação. O Homem que descia de Jerusalém para Jericó representa a humanidade. Desce do Paraíso para se alojar na cidade terrena. Nesta descida é assaltado. Perde tudo, inclusive a capacidade de viver dignamente. É a descrição mais realista do pecado original.

Passam por ele a Religião Natural, simbolizada pelo sacerdote, e a política, da dimensão social, retratada pelo levita. Ambas veem a situação. Não dispondo de recursos para esta situação, ignoram sua situação. Não é nem por má vontade. Estão simplesmente impossibilitados de resolver este problema existencial.

Chega o Samaritano. Personifica Jesus Cristo. Vem de longe. Traz algo de novo e inaudito. Seis atitudes marcam sua passagem pela terra dos homens:
  1. Move-se de compaixão;
  2. Aproxima-se;
  3. Trata as feridas, simbolizando a administração dos sacramentos;
  4. Leva-o a hospedaria, retratando a igreja;
  5. Dá dois denários ao dono da pensão, apontando o clero, que recebe os dois mandamentos para cuidar dos fiéis: O amor a Deus e ao próximo;
  6. Promete pagar, na volta, o que faltar, insinuando a segunda vinda de Cristo.
O resto representa a vida eterna, que estava em pauta na pergunta. A conclusão é contundente para o discípulo missionário de Jesus, ou seja, para cada um de nós; vai e faze tu o mesmo.

Fiquem na Paz.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A Conspiração é contra Deus

Por Makow Henry, Ph.D.




Peça a Deus o que fazer

Você já reparou?

Cada ano, há um pouco menos de Cristo no Natal, pouco menos de um espírito cristão.

O espírito de dar agora se limita aos presentes. Dificilmente há menção do amor cristão. Isso pode ofender algumas pessoas, talvez os satanistas.

Deus é Amor. Satanistas não são grandes fãs de Love. Eles têm muita influência.

Incrível e bizarro que pareça, um culto satânico, o Illuminati regras do mundo. George W. Bush é um membro, assim como grande parte da elite econômica e política do mundo.
(Veja "A Conspiração Too Monstrous a conceber" www.savethemales.ca/000166.html e "Rothschild Conducts Red Symphony". www.savethemales.ca/000275.html )

Os Illuminati composto dos jesuítas e algumas das famílias mais ricas do mundo, incluindo os Rothschilds, os Rockefellers e os Windsors. Enquanto eles falam muito de religião, eles adoram a Lúcifer. Seus agentes de controle de mídia do mundo, a educação, negócios e política. Estes agentes podem pensar que são apenas perseguindo o sucesso, mas o sucesso significa, literalmente, servir ao diabo.

Prisioneiros de suas riquezas, os Illuminati prefere o ódio ea destruição para o Amor. Compreensivelmente, eles não podem ir a público com isso. Fingem ser moral, enquanto trabalhava nos bastidores para degradar e escravizar a humanidade.

Hiroshima, Dresden, Auschwitz, Camboja e Ruanda foram sacrifícios aos deus Lúcifer. Eles são responsáveis pelas duas Guerras Mundiais, a Grande Depressão ea Guerra Fria. 11 de setembro, a "Guerra ao Terror" e da Guerra do Iraque são as suas últimas conquistas.

Nós imaginamos que eles querem poder ilimitado e riqueza, mas estes são subprodutos. A Illuminati é motivado por ódio contra Deus e a humanidade.

Nosso Lúcifer: Elite Loving

O objetivo da Nova Ordem Mundial é o mesmo que o comunismo. Os Illuminati criaram o comunismo como um meio de exibir a vontade de Deus e escravizar a humanidade. Karl Marx foi contratado para vender regime totalitário (a ditadura do proletariado "). Marx enganou as massas, fingindo que defendem a igualdade. Ele era um satanista como eram Trotsky, Lênin e Stalin.

Em seu livro, Marx e Satã (1986) Richard Wurmbrand ilustra Marx `s ódio de Deus e da humanidade. Já em 1848, Marx escreveu sobre uma guerra mundial "vinda", que irá eliminar a "ralé", como russos, checos e croatas.

"A guerra mundial vai causar não apenas as classes reacionárias e dinastias, mas também todo o povo reacionário desaparecer da face da terra. E isso será um progresso ... a revolução ... cuida tão pouco sobre a vida humana que destrói Classes ... como um terremoto se preocupa com as casas que devastações. raças e que são demasiado fracos para dominar as novas condições ... será derrotado ... seu próprio nome vai desaparecer. "(42)

Em seu poema "Human Pride" Marx escreve que ele "passear Godlike e vitoriosa com as ruínas do mundo ... vou sentir igual ao Criador." (31)

Longe de ser um defensor da classe trabalhadora, Marx era um satanista e um sociopata. Ele também era um espião para a polícia austríaca. Em 1960, o chanceler austríaco, Raabe Khrushchev deu uma carta original de Marx prova o "fundador do comunismo", informou em outros revolucionários. (33)

A razão pela qual apenas 13 dos 100 volumes dos escritos de Marx `s têm sido publicadas é para esconder o verdadeiro caráter do comunismo. (32)

Eles odeiam o Deus em você

Wurmbrand, um pastor que foi preso na Roménia, diz que o comunismo é, em essência satanismo habilitada. Os cristãos não eram apenas brutalmente perseguidos e assassinados, elas foram feitas para blasfemar. objetivo do comunismo é zombar de Deus e louvar a Lúcifer. Um jornal comunista confessou "," lutamos contra Deus: Para arrebatar os crentes dele. "(77)

Na "Ideologia Alemã" Marx se refere a Deus em termos hegelianos como o Espírito Absoluto. Marx se manifestado, "estamos preocupados com uma questão muito interessante: a decomposição do espírito absoluto." (77)

Segundo Wurmbrand, a Revolução Russa foi um tempo quando o sentimento "amor, boa vontade e saudáveis foram considerados médios e retrógrada. A menina escondeu a sua inocência e fidelidade a seus maridos. A destruição foi elogiado como bom gosto, a neurastenia como o sinal de uma mente bem. Este foi o tema de novos escritores que estourou na cena da obscuridade. Os homens inventaram os vícios e perversões, e foram exigentes na sua evasão de ser considerada moral. "(85)

Os luciferianos retratar sua rebelião contra Deus ea natureza como um "progresso e da liberdade." Esta permissividade se refere apenas a derrubar a ordem divina e natural. No início no sétimo grau do satanismo, o adepto jura: "Nada é verdadeiro e tudo é permitido." No Manifesto Comunista, Marx disse que toda a religião e moral, será abolido e tudo permitido.

A religião da sociedade ocidental moderna, o humanismo secular, é o Iluminismo (adoração de Lúcifer) disfarçado. (www.savethemales.ca/000237.html) O objetivo do Iluminismo é a humanidade divórcio do propósito divino e consagrar Lúcifer (ou seja, os Illuminati) em Deus `s lugar. Sob o disfarce de uma utopia humanista, eles estão construindo um inferno orwelliano - a Nova Ordem Mundial, também conhecido como globalização.

O objetivo da globalização é o mesmo que o comunismo. O mundo máscaras elite Luciferianismo sua nova idade no paganismo e adoração Gaia. O Lúcifer Trust dirige a única capela na Organização das Nações Unidas e da estátua apenas no prédio da ONU é o deus pagão Zeus.

Cristo poderia ter sido crucificado Ontem

Cristo representou o Estado de Deus. Os fariseus adorou Lúcifer. A pergunta que enfrenta a humanidade não mudou. Será que vamos servir a Deus ou Lúcifer?

Os satanistas nos condicionaram a curto-circuito na menção da religião. Fizeram Deus parece misteriosa, desconhecida ou inexistente.

Cristo disse: "Deus é Espírito, obedecê-Lo em espírito e em verdade." (Jo 4:23,24). Deus é Amor Absoluto, a Verdade, justiça, bondade e beleza. Se você acredita que essas coisas são reais, se você realizá-las ou não, você acredita em Deus.

O amor é o princípio da evolução humana. Deus quer ser conhecido por sua criação. Isto requer que nós obedecemos e tornar-se mais como ele. Nós fomos feitos à imagem de Deus. "Sede vós pois perfeitos, como vosso Pai que está nos céus é perfeito" (Mateus 5:48). Quanto mais se encarnar os ideais espirituais, mais Deus, como Real e nos tornamos. O oposto também é verdadeiro.

Nós nos sacrificar por aquilo que amamos. Se amamos a Deus, nós nos sacrificar para ele. As pessoas perguntam como lutar contra a Nova Ordem Mundial. Nada pode perturbar o Illuminati mais do que um renascimento da crença em Deus. Milhões dispostos a lutar e morrer por Deus assusta o inferno fora deles. É por isso que eles estão arrancando o Islã.

Conclusão

Estamos sendo preparados para a escravidão da consciência ou a destruição. Eles estão lançando as bases agora com a "guerra no terror." Uma vez que começ o Islã sob controle, eles vão virar as suas atenções no Oeste a sério.

Entretanto, os meios de comunicação (filmes, música e jogos de vídeo, TV) habitua-nos a brutalidade e violência. Há uma obsessão repetitiva e redutora com sexo, nudez, funções corporais e homossexualidade.

Se os nossos dirigentes não foram luciferianos, a mídia e as artes seria preocupados com questões de verdade e falsidade, certo e errado, beleza e feiúra. Nós seríamos elevados e inspirados.

Universo Em vez disso, são degradados distraído e iludido, como as pessoas com uma doença terminal, como em posseiros de outra pessoa.

Se o real objetivo lllumnati é eliminar Deus, segue-se que devemos fazer de Deus o centro da nossa consciência. As pessoas perguntam: "O que devemos fazer?" Não olhe para a direção dos outros. Olhe para a direção de Deus. A melhor maneira de combater a escuridão é acender uma luz.

Isto é o que o medo dos Illuminati. No Protocolos dos Sábios de Sião (5) , o autor escreve: "Não há nada mais perigoso para nós do que a iniciativa pessoal, se ele tem o gênio por trás dele, tal iniciativa pode fazer mais do que pode ser feito por milhões de pessoas entre os quais se ter semeado a discórdia. "

Não se sentem oprimidos pelo mundo. Ele não mudou só porque agora você está ciente disso. Dedicar cada dia para cumprir o propósito de Deus para você.

Henry Makow Ph.D. é o inventor do jogo de tabuleiro Luxúria e autor de "A Long Way ir para uma data."
Seus artigos sobre feminismo e da nova ordem mundial são armazenados em seu web site www.savethemales.ca
Ele gosta de receber comentários no henry@savethemales.ca

Do Blog do Júlio Severo - Leiam com Atenção.

O açougue e a eleição

Quando a escolha do “menos pior” garante o apodrecimento das futuras 
eleições
 
Por - Julio Severo

Primeira semana: O cidadão vai ao açougue e pede carne de boi, e o açougueiro lhe dá três opções: Uma carne 60% podre, outra 50% podre e a última 40%.
“Você vai querer qual?” diz o açougueiro.
O cidadão fica em dúvida: “Não posso ficar sem comer carne. Tenho de escolher a menos pior!”
Segunda semana: O cidadão vai ao açougue e pede carne de boi, e o açougueiro lhe dá três opções: Uma carne 80% podre, outra 70% podre e a última 60%.
O cidadão repete: “Tenho de escolher a menos pior!”
Nas próximas semanas, a mesma decisão e o mesmo final: ele sai do açougue com carne de má qualidade, tendo a convicção de que é obrigação comprar. E ele ainda não entende o motivo por que sua saúde vem se deteriorando gradativamente.
Ele come carne podre, reclama; come, reclama, e sempre volta a fazer a mesma coisa.
Na realidade, “o menos pior” é geralmente uma escolha inadmissível no açougue, mas vem sendo escolhida sistematicamente por milhões quando o assunto é eleições. O eleitor vota em candidatos podres, reclama e repete a mesma coisa em eleição após eleição.
Qualquer açougue que venda carne podre que for aceita por seus clientes continuará vendendo produtos de qualidade cada vez mais baixa. E prosseguirá na sua cara de pau — até que haja um boicote.
De forma semelhante, desde o primeiro dia em que os cidadãos brasileiros aceitaram candidatos podres, eles colaboraram para a degradação das eleições. A atitude de escolher “o menos pior” empobrece, prejudica, enfraquece e apodrece a qualidade de qualquer categoria, produto, empresa ou evento, inclusive político.
A chave para a boa qualidade está na atitude do cidadão. Quando um estabelecimento comercial oferece produtos de má qualidade, a obrigação do cidadão é boicotar. Essa é a sua única obrigação. O boicote forçará o comerciante a oferecer produtos de boa qualidade.
A chave para a boa qualidade política é boicotar todos os candidatos podres. Não há candidato de boa qualidade, predominantemente pró-família e pró-vida nestas eleições? Boicote! Cada boicote produzirá próximas eleições com candidatos cada vez menos podres e forçará o aparecimento de um candidato realmente de valor.
Nossa postura para com os candidatos deveria ser: “Quer ser podre, seja, mas não com meu voto. Não vou prejudicar a mim mesmo e minha família com sua podridão”.
Os políticos só respeitam eleitores que exigem qualidade superior e boicotam candidatos de má qualidade moral.
Quem decide se políticos podres governarão o Brasil é você. Quem decide se as eleições futuras serão piores ou melhores é você. Não tenha, pois, medo de sair do açougue safado sem nada nos braços.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Santo Agostinho - Enarrationes in psalmos

Bom dia.

Todos nós conhecemos o poder da Oração. Sabemos também que é através da oração que conversamos com Deus.

Mas em determinados momentos precisamos também Louvar a Deus, reconhecer que ele é o nosso Senhor e nosso salvador.

Ele que nos ampara, nos dá o sustento e a capacidade para vivermos em Paz e harmonia.

Diante disto, O livro dos salmos é um poderoso aliado para nos ajudar a Louvar e Deus. É um livro bíblico com 150 capítulos. Os textos contidos neste livro são poemas religiosos considerados louvores ou orações, tanto no Cristianismo, quanto no Judaísmo e no Islamismo.

A autoria da maioria dos salmos é atribuída ao rei Davi, o qual teria escrito pelo menos 73 deles. 12 salmos são atribuídos a Asafe. Os filhos de Corá são considerados autores de nove salmos e o rei Salomão de pelo menos dois. Hemã, com os filhos de Corá, bem como Etã e Moisés, escreveram no mínimo um salmo cada. Os outros 51 salmos são de autoria anônima.
Os salmos tem sido e continuam sendo fonte riquíssima de inspiração de um dos legados bíblicos mais fecundos para a espiritualidade das civilizações.

Estarei a partir de agora publicando no Blog, alguns salmos comentados por Santo Agostinho.
Estes comentários surgem da tradução fiel das Enarrationes in psalmos. Agostinho solidifica a tradição patrística, juntamente com outros, como Orígenes, Atanásio, Basílio... que se dedicaram ao estudo dos salmos; nenhum outro, porém alcançou tamanha profundidade e êxito no comentário como Agostinho.
Este comentário aos Salmos nasce num ambiente litúrgico onde os salmos são lidos, cantados, apreciados, comentados e meditados. Por essa razão, não se encontra nestes comentários, uma explicação teológica dos mesmos, mas sente-se neles a fala do pastor, o pregador popular e o catequista.

terça-feira, 22 de junho de 2010

CARROÇA VAZIA

Texto: Barulho de Carroça, do livro "E, para o resto da Vida",
de WalLace V. Rodrigues.

Certa manhã, meu pai, muito sábio, convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo - disse meu pai - é uma carroça vazia.
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
Ora, respondeu meu pai.É muito fácil saber que uma carroça está vazia,
por causa do barulho.
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
Tornei-me adulto e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, gritando (no sentido de intimidar), tratando o próximo com grossura inoportuna, prepotente, interrompendo a conversa de todo mundo e querendo demonstrar que é a dona da razão e da verdade absoluta, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...”

A CADEIRA

Um sacerdote foi chamado pela filha de um homem que se encontrava muito enfermo. E que necessitava de orações.
Quando o sacerdote entrou no quarto, encontrou o pobre homem na cama com a cabeça apoiada num par de almofadas.
Havia uma cadeira ao lado da cama, fato que levou o sacerdote a pensar que o homem estava aguardando a sua chegada.
-Suponho que estava me esperando?-,perguntou-lhe.
-Não, quem é você?-, respondeu o homem enfermo.
-Sou o sacerdote que a sua filha chamou para que rezasse com você; quando entrei e vi a cadeira vazia ao lado da sua cama, imaginei que você soubesse que eu viria visitá-lo.
-Ah sim, a cadeira...você não se importaria de fechar a porta?
O sacerdote fechou a porta.
O homem enfermo lhe disse:
-Nunca contei isto para ninguém, mas passei toda a minha vida sem ter aprendido a rezar.
Quando eu ia para a igreja e ouvia algo a respeito da oração, como se deve orar e os benefícios que recebemos através dela...
...mesmo assim, não queria saber de orações!
Me entrava por um ouvido e saía por outro.
Assim sendo, não tenho idéia de como rezar. Então...há muito tempo abandonei por completo a devoção.
Assim eu vivia até alguns anos atrás, quando – conversando com meu melhor amigo – ele me disse:
- José, orar é simplesmente ter uma conversa com Jesus, e isto eu sugiro que você não deixe de fazer...você se senta numa cadeira e coloca outra cadeira vazia na sua frente. Em seguida, com muita fé, você imagina que Jesus está sentado nela, bem diante de você. Isto não se trata de insanidade, pois ele próprio certa vez nos disse:
-“Eu estarei sempre com vocês”.
-Portanto, você deve falar com ele e escutá-lo, da mesma forma como está fazendo comigo agora.
-Pois assim eu procedi e me adaptei à idéia. Desde então, tenho conversado
com Jesus durante umas duas horas diárias. Tenho sempre muito cuidado para que a minha filha não me veja... pois me internaria num manicômio imediatamente.
O sacerdote sentiu uma grande emoção ao ouvir aquilo, e disse a José que era muito bom o que vinha fazendo e que não deixasse nunca de fazê-lo.
Em seguida rezou com ele. Deu-lhe uma bênção e foi para a sua paróquia.
Dois días mais tarde, a filha de José comunicou ao sacerdote que seu pai havia falecido.
O sacerdote perguntou:
- Ele faleceu em paz?
- Sim, quando eu estava me preparando para sair, ele me chamou ao seu quarto.
Me disse que me queria muito e me deu um beijo. Quando eu regressei das
compras, uma hora mais tarde, já o encontrei morto. Porém há algo de estranho em relação à sua morte, pois aparentemente, antes de morrer, chegou perto da cadeira que estava ao lado da cama e recostou sua cabeça nela. Foi assim que eu o encontrei.
O que será que isto poderia significar?
O sacerdote, profundamente estremecido, enxugou as lágrimas e lhe respondeu:
- Oxalá que todos pudéssemos partir dessa maneira.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Entrevista Leonardo Boff na revista Isto E









A edição da revista Isto É – Independente desta semana traz como um dos destaques uma entrevista com o teólogo brasileiro Leonardo Boff, apoiador da Teologia da Libertação, movimento que interpreta o Evangelho à luz das questões sociais. Boff conhece o Papa Bento XVI há mais de 40 anos, quando conviveram na universidade, em Munique, Alemanha, mas acredita que Joseph Ratzinger é complacente com os pedófilos e fechou as portas para as outras religiões. Leia a seguir na íntegra:




“O Papa deveria renunciar”
Para o ex-frei, a Igreja ainda funciona como na Idade Média

O brasileiro Leonardo Boff, 71 anos, e o alemão Joseph Ratzinger, 83, têm uma longa história em comum. Intelectuais de fôlego, respeitados fora dos muros da Igreja Católica, os teólogos se conhecem há mais de 40 anos, quando conviveram na universidade, em Munique, Alemanha. O atual pontífice já era um cultuado professor, admirado pelo jovem franciscano que frequentava como ouvinte suas conferências, enquanto preparava a tese de doutorado – que contou com a ajuda providencial do alemão para ser publicada. Tempos depois, os dois trabalharam juntos em uma prestigiosa revista de teologia.

Durou pouco, pois as contendas ideológicas provocaram a saída de Ratzinger. Mas o encontro mais marcante aconteceu em 1985, quando ambos estavam, definitivamente, em trincheiras opostas, dentro da mesma instituição. Boff já era o grande mentor por trás da Teologia da Libertação, movimento que interpreta o Evangelho à luz das questões sociais. E Ratzinger já havia se tornado o temido cardeal que punia severamente quem se atrevesse a mudar, uma vírgula que fosse, a interpretação oficial da “Bíblia”.

O embate terminou com o silêncio forçado do franciscano e sua posterior saída da ordem, em 1992. Vinte e cinco anos depois desse encontro, casado com Márcia Miranda, padrasto de seis filhos e autor de mais de 60 livros traduzidos para diversas línguas, Boff analisa a Igreja da qual nunca se afastou e seu líder máximo. Que ele conhece como poucos.


A Igreja Católica está em crise?


Leonardo Boff – A Igreja possui uma crise própria: até hoje ela não encontrou seu lugar no mundo moderno e no mundo globalizado. Suas estruturas são medievais. Ela é a única monarquia absolutista do mundo, concentrando o poder em pouquíssimas mãos. Nesse sentido ela está em contradição com o sonho originário de Jesus que foi o de criar uma comunidade fraterna de iguais e sem nenhuma discriminação.

Mas a Igreja Católica pode se modernizar sem perder a essência de seus princípios e, consequentemente, sua identidade?


Leonardo Boff – A Igreja se engessou em suas doutrinas, em suas normas, em seus ritos que poucos entendem e num direito canônico escrito para legitimar desigualdades e conservadorismos. Os homens de hoje têm o direito de receber a mensagem de Jesus na linguagem de nossa cultura moderna, coisa que a Igreja não faz. Ela coloca sob suspeita e até persegue quem tenta fazer.

O que o sr. acha que a Igreja Católica deveria fazer para sair dessa crise?


Leonardo Boff – Ela deveria ser menos arrogante, deixando de se imaginar a exclusiva portadora dos meios de salvação, a única verdadeira. Ela se diz perita em humanidade, mas maltrata a muitos desta humanidade internamente e ofende a vários direitos humanos. Por isso que até hoje não subscreveu a Carta dos Direitos Humanos da ONU, sob o pretexto de que ela não faz nenhuma referência a Deus, e retirou seu apoio ao Unicef, porque ele aconselha o uso de preservativo para combater a aids e fazer o planejamento familiar. Uma igreja que afirma constantemente que fora dela não há salvação, ela mesma precisa de salvação.

O sr. acha que os escândalos de pedofilia contribuem para a debandada católica, com fiéis migrando, no Brasil, principalmente, para as igrejas evangélicas?


Leonardo Boff – Muitos cristãos não aceitam ser infantilizados pela Igreja como se nada soubessem e tivessem que receber a comida na boca. Estes estão emigrando em massa. Mas é uma emigração interna. Continuam se sentindo dentro da Igreja, mas não identificados com as doutrinas deste papa, nem com o estilo com o qual ela se apresenta no mundo, com hábitos e símbolos palacianos que os tornam simplesmente ridículos. As igrejas evangélicas crescem porque a católica deixou um espaço vazio.

Muitos vaticanistas dizem que Bento XVI pensa em termos de séculos e não está preocupado em conquistar mais fiéis. O sr. concorda?


Leonardo Boff – Bento XVI é fiel a uma esdrúxula teologia que sempre defendeu e da qual eu ainda como estudante e ouvinte dele discordava. Ele é um especialista em Santo Agostinho, grande teólogo. Santo Agostinho partia do fato de que a humanidade é uma “massa condenada” pelo pecado original e pelos demais pecados. Cristo a redimiu. Criou um oásis onde só há salvação e graça. Esse oásis é a Igreja. Ocorre que esse oásis é uma fantasia. Ele é tão contaminado como qualquer ambiente, haja vista os pedófilos e outros escândalos financeiros.

Como o sr. avalia o pontificado de Bento XVI?


Leonardo Boff – Do ponto de vista da fé, este papa é um flagelo. Ele fechou a Igreja de tal forma sobre si mesma que rompeu com mais de 50 anos de diálogo ecumênico, vive criticando a cultura moderna, desestimula qualquer pensamento criativo, mantendo-o sob suspeita. Todo papa tem a missão imposta por Jesus de “confirmar os irmãos e as irmãs na fé”. Esta missão, a meu ver, não está sendo cumprida.

Por quê?


Leonardo Boff – Bento XVI cometeu vários erros de governo com respeito aos muçulmanos, aos judeus, às mulheres e às religiões do mundo. Reintroduziu o latim nas missas em que se reza ainda pela conversão dos judeus, reconciliou-se com os mais duros seguidores de Lefebvre (Marcel Lefebvre arcebispo católico ultraconservador, que morreu em 1991), verdadeiros cismáticos. Enquanto trata a nós teólogos da libertação a bastonadas, trata os conservadores com mão de pelica. É um papa que não suscita entusiasmo. Mesmo assim, convivemos com ele, porque a Igreja é mais que Bento XVI. É também o papa João XXIII, é dom Helder Câmara, é a Irmã Dulce, a Irmã Doroty Stang, é dom Pedro Casaldáliga e tantos e tantas.

O sr. acha que ele deveria renunciar?


Leonardo Boff – O papa, para o bem dele e da Igreja, deveria renunciar. Devemos exercer a compaixão: ele é um homem doente, velho, com achaques próprios da idade e com dificuldades de administração, pois é mais professor que pastor. Em razão disso, faria bem se fosse para um convento rezar sua missa em latim, cantar seu canto gregoriano que tanto aprecia, rezar pela humanidade sofredora, especialmente pelas vítimas da pedofilia, e se preparar para o grande encontro com o Senhor da Igreja e da história. E pedir misericórdia divina.

Como foi a convivência dos srs. no mesmo ambiente acadêmico?


Leonardo Boff – Ouvi-o muitas vezes, pois era um apreciado conferencista. Teve um papel importante na publicação de minha tese doutoral, que, por seu tamanho – mais de 500 páginas -, encontrava dificuldades junto às editoras. Ele encontrou uma, arranjou-me boa parte do dinheiro para a impressão em forma de livro. Depois fomos colegas nas reuniões anuais da revista internacional “Concilium”. Mas ele se desentendeu com a linha da revista e criou uma outra, a “Communio”, em franca oposição à “Concilium”.

Anos depois, em 1985, já na Congregação para a Doutrina da Fé, ele o puniu. Como foi esse encontro?


Leonardo Boff – Ele me fez sentar na cadeira onde sentou Galileo Galilei, no famoso edifício, ao lado do Vaticano, do Santo Ofício e da antiga Santa Inquisição. Foi meu “inquisidor”, interrogando-me por mais de três horas sobre o livro “Igreja: Carisma e Poder”, que me custou o “silêncio obsequioso”, a deposição de cátedra e a proibição de publicar qualquer coisa. Mas devo dizer que é uma pessoa finíssima, extremamente elegante na relação, mas determinado em suas opiniões. E muito, mas muito, tímido.

O sr. é a favor da ordenação de mulheres pela Igreja Católica?


Leonardo Boff – Não há nenhuma doutrina ou dogma que impeça as mulheres de serem ordenadas e até de serem bispos. O patriarcalismo intrínseco à instituição, governada só por homens e celibatários, faz com que não se tenha apreço pelas mulheres nem se reconheça o imenso trabalho que fazem dentro da Igreja. E, no entanto, devemos reconhecer que as mulheres, nos evangelhos, nunca traíram Jesus, como fez Pedro, foram as primeiras testemunhas do fato maior para a fé cristã, que é a ressurreição, e também foram discípulas.

O sr. também é a favor do fim da obrigatoriedade do celibato?


Leonardo Boff – O primeiro papa, Pedro, era casado. Aceito o celibato livremente assumido pelos que se propõem a servir às comunidades cristãs. Seria tão enriquecedor para a própria Igreja se houvesse, como há em outras igrejas, padres casados e padres celibatários. Mas o celibato desempenha uma função importante no estilo autoritário da instituição: ela pode dispor totalmente dos celibatários, sem laços com a família, transferi-los para onde quiser e ver-se livre de problemas de herança.

O sr. acha que os casos de pedofilia cometidos por padres têm relação com a obrigatoriedade da castidade?


Leonardo Boff – Entre a pedofilia e o celibato há um denominador comum que é a sexualidade. A educação sexual que os candidatos ao sacerdócio recebem é carregada de suspeitas e distorções e é feita longe do contato com as mulheres. Hoje sabemos que o homem amadurece sob o olhar da mulher e vice-versa. Quando se tolhe um desses polos da equação, pode surgir o recalque, a sublimação e as eventuais distorções. A pedofilia é uma distorção de uma educação sexual mal realizada. Ademais, a pedofilia é um pecado e um delito.

O sr. pode explicar melhor?


Leonardo Boff – A Igreja só via o pecado que podia ser perdoado, e tudo terminava aí. Não via as vítimas, que eram crianças e adolescentes que sofreram violência. Ela não via o delito que deve ser levado aos tribunais para ser julgado e receber a punição adequada. Este lado sempre foi mantido em sigilo, para não prejudicar a imagem da Igreja. Isso configura cumplicidade no crime. Graças a Deus, o papa agora acordou, se redimiu, reconheceu o delito e exige a denúncia dos pedófilos aos tribunais civis.

Quando o sr. era frei franciscano, soube de casos de abuso sexual?


Leonardo Boff – Nunca soube de nada.

O que o sr. acha da Renovação Carismática Católica?


Leonardo Boff – É um movimento forte, que trouxe muitos elementos positivos, pois tirou o monopólio dos padres. Agora o leigo fala e inventa orações, coisa que não ocorria. Deu certa leveza ao cristianismo, muito centrado na cruz e na paixão e menos na alegria e na celebração. Mas, a meu ver, ela ficou a meio caminho.

Por quê?


Leonardo Boff – Não se pode pensar no cristianismo sem justiça social e preocupação com os pobres. Todo carismatismo corre o risco de alienação. Eles se perdem no louvor, no cantar e dançar.

E como o sr. avalia os padres cantores, como Marcelo Rossi e Fábio de Melo?


Leonardo Boff – Eles produzem um tipo de evangelização adequada ao que é dominante hoje, que é o mercado. Mas com as limitações que o mercado impõe, tenham eles consciência disso ou não. É sempre problemático, do ponto de vista teológico, transformar a mensagem cristã numa mercadoria de fácil consumo e de pacificação das consciências atribuladas. Noto que as grandes questões sociais estão ausentes em seus discursos e cânticos.

Por quê?


Leonardo Boff – Eles falam sobre questões subjetivas. O cristianismo não pode funcionar como um ansiolítico que nos alivia, mas deve falar às consciências para que as pessoas tomem decisões que vão na direção do outro. Para mim, a mensagem cristã não significa buscar um porto seguro onde ancoramos para repousar. Mas é um chamado para irmos ao mar alto, para enfrentar as ondas perigosas. E não pedimos a Deus que nos livre das ondas, mas que nos dê força e coragem para enfrentá-las.

O sr. ainda é católico?


Leonardo Boff – Sou católico apostólico franciscano. Acho que São Francisco foi o último cristão verdadeiro e talvez o primeiro depois do Único, que foi Jesus Cristo. O franciscanismo me inspira mais do que o romanismo porque o romano é apenas uma qualificação geográfica.

Fonte: Revista Isto É - N° Edição: 2116 | 28.Mai - 21:00

domingo, 30 de maio de 2010

Viva com Otimismo

Hoje eu fui almoçar com a minha família, por incrível que pareca, o que eu mais ouvi neste almoço foi: destruição, doença, a falta de solução para os problemas, sensacionalismo barato, influência da mídia e principalmente que as pessoas não sabem mais o que fazer.
E o pior, com as doutrinas religiosas pregadas hoje em dia, estão apavoradas se vão para o Céu ou para o Inferno.
A célula mater da Sociedade, está ficando desorientada, manipulada e desacreditada.
Neste sistema onde cada vez mais as pessoas estão se individualizando, e vivendo no mais profundo vazio, precisamos retomar as coisas boas, precisamos acordar para uma nova realidade, retomar novamente a nossa vida, a nossa dignidade, a nossa vontade própria.
As pessoas estão cada vez mais vivendo de acordo com o capitalismo, que ensina a individualidade pessoal e a procura desenfreada pelo capital, como se o dinheiro fosse tudo no mundo e que sem ele, não somos absolutamente nada.
As pessoas estão ficando desenganadas e cada  vez mais manipuladas, estão perdendo duas coisas fundamentais neste processo:
  1. A Fé (Acreditar em Deus, ser fraterno, viver feliz e em liberdade);
  2. A educação (Cultura, conhecimento, senso crítico etc.).
Ao meu retorno, em minha residencia, comecei a meditar sobre o ocorrido, e comecei a me lembrar da Carta de Paulo aos Filipenses.
O Apóstolo Paulo, quando escreve aos Filipenses, fala sobre a Alegria de viver em Cristo, me lembrei rapidamente do capítulo 4 verso 6, Onde está escrito:

"Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de DEUS, pela oração e súplicas, com ação de Graças".

Vamos nos ater rapidamente ao: "Não estejais inquietos por coisa alguma;" O melhor remédio para a preocupação é a oração, isto pelas seguintes razões:
  1. Mediante a oração, renovamos nossa confiança na fidelidade de Deus. Ao lançarmos nossas ansiedades e problemas sobre aquele que tem cuidado de nós.
  2. A paz de Deus vem guardar nossos corações e mentes, como resultado da nossa comunhão com Cristo Jesus.
  3. Deus nos fortalece, para fazermos todas as coisas.
  4. Recebemos misericórdia, graça a ajuda de Deus em tempos de necessidade.
  5. Temos certeza de que todas as coisas que Deus permite que nos aconteçam, concorrerão para o nosso bem.

Portanto, viva com otimismo!

Desenvolva sua inteligencia, melhore sua auto-imagem aplique seus talentos para fins nobres e elevados e não se impressione com noticias alarmantes e tristes.

Siga em frente sem temer obstáculos ,não desanime, não se lamente, não permita que o pessimismo e a descrença tomem conta do seu coração.

Viva com entusiasmo, persistência confiança, buscando sempre melhores condições de vida, pare de falar em crises, doenças, dificuldades.

Fale de saúde, sucesso, paz, prosperidade, pois melhorando nossos pensamentos e nossas atitudes, melhoramos nossos negócios e nossos destinos.

Cultive pensamentos positivos e promissores; eles contribuirão para seu sucesso pessoal.

Pense no melhor, fale no melhor, trabalhe sempre para melhor, espere somente o melhor, logo você sempre colherá o melhor.

O pensamento é vida, a vida é expansão. Expanda-se, reanime-se, movimente-se.
A nossa vida é muito boa, foi nos dada por Deus que conhece todas as nossas necessidades, a vida é muito boa, Jesus morreu por nós para nos redimir dos nossos pecados e para que possamos ter vida em abundancia e não para morrer.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Paciência na Espera - Mensagem do Dia do Padre Marcelo Rossi


Uma jovem sonhou que havia morrido e ido para o céu.

Enquanto um anjo lhe mostrava um aposento da cidade gloriosa, ela viu uma pilha de caixas junto a um canto.

Verificando que seu nome estava escrito em todas elas, perguntou ao anjo o que aquilo significava.

"Bem," disse ela, "eu lembro de ter orado pedindo estas coisas lá na terra."

O anjo respondeu:

"Sim, quando quaisquer dos filhos de Deus faz pedidos a Ele, todos os preparativos são iniciados para que sejam atendidos.

Mas, os anjos são orientados para retornar com tudo caso o solicitante não esteja esperando pela resposta.

Quantas vezes temos recorrido a Deus suplicando por Sua intervenção em situações que nos afligem?

Com que frequência temos clamado ao Senhor por nossas necessidades mais urgentes?

E temos sabido esperar a resposta?

Temos tido paciência para que tudo aconteça no tempo de Deus?

Muitas vezes pedimos algo a Deus, tornamos a pedir no dia seguinte, insistimos em um dia mais e, se a resposta

não veio na velocidade que desejávamos, paramos de orar e até esquecemos daquela necessidade.

Deixamos de perseverar na fé e perdemos a bênção que Deus tinha preparado para nós simplesmente porque agimos como se não a quiséssemos mais.

O segredo de uma vida abençoada diante de Deus consiste em confiar sempre que Ele o fará.

Pode demorar um dia, um ano, dez anos... mas continuaremos crendo que no tempo certo e da forma correta "Ele nos atenderá."

Se você tem colocado no altar de Deus a conversão de uma pessoa querida, se está aguardando a realização de um grande sonho, se está orando há muito tempo por algo que tornará sua vida bem melhor, não desanime... confie... espere e sua bênção chegará e não tardará, pois estamos no colo de JESUS!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Arcebispo avisa de “descontentamento social” como consequência de decisão de tribunal britânico contra conselheiro cristão

Peter J. Smith
 
LONDRES, Inglaterra, 30 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O confronto entre cristãos e o Estado se intensificou, com um tribunal da Inglaterra agora tendo sustentado a demissão de um psicólogo cristão que se recusou a dar conselho sobre intimidade sexual para casais homossexuais — uma decisão que o ex-arcebispo de Canterbury, Lorde Carey, denunciou como prelúdio para o “descontentamento social” entre cristãos e o governo laico.
Gary McFarlane, de 48 anos, um advogado de Bristol, pai de dois filhos, e evangélico, tinha trabalhado num emprego de tempo parcial como conselheiro psicológico na organização Relate por cinco anos. Durante esse tempo, ele deu conselho para casais homossexuais que estavam resolvendo problemas básicos de relacionamento. Contudo, ele foi demitido de seu emprego em 2008 quando foi habilitado como conselheiro psicológico, pois ele disse que não poderia dar conselho sobre intimidade homossexual, já que isso violava sua consciência e convicções.
McFarlane tentou sem êxito desafiar a decisão de Relate de despedi-lo num tribunal de causas trabalhistas, argumentando que eles deveriam ter incorporado suas convicções religiosas. Ele então recorreu ao Tribunal de Apelação da Inglaterra pedindo permissão para desafiar a decisão do tribunal.
No entanto, Lorde Juiz John LawsMcFarlane Laws deixou claro que o tribunal não via a legislação protegendo a consciência individual como justificável, chamando-a uma posição irracional que “é também polêmica, volúvel e arbitrária”.
“A concessão de qualquer proteçãoLaws “Numa constituição livre tal como a nossa deve-se fazer uma importante distinção entre a proteção legal do direito de ter e expressar uma convicção e a proteção legal da essência ou conteúdo dessa convicção”, decidiu o juiz. Laws “A lei de uma teocracia é ditada sem opção para o povo, não feita por seus juízes e governos”, escreveu Laws. “A consciência individual é livre para aceitar tal lei ditada, mas o Estado, se seu povo tiver de ser livre, tem o dever fatigante de pensar por si”.
Gary McFarlane lamentou a decisão dizendo: “Tenho a capacidade de dar serviços de aconselhamento para casais de mesmo sexo. Deveria haver concessões levadas em consideração pelas quais indivíduos como eu possam realmente evitar contradizer seus princípios cristãos defendidos com firmeza”.
Lorde Carey atacou a lei, dizendo que o fato de que líderes da Igreja da Inglaterra e outras religiões têm se sentido compelidos a intervir em casos de tribunais envolvendo discriminação contra cristãos e seus pontos de vista “mostra que um futuro de descontentamento social” está vindo para o Reino Unido.
“Evidentemente, a demissão de um cristão sincero de um emprego é apenas um passo curto para barrar a contratação de qualquer cristão”, disse Carey.
Carey denunciou o veredicto, dizendo que “continua uma tendência por parte dos tribunais de minimizar o direito de crentes religiosos de manifestarem sua fé no que se tornou uma colisão profundamente desagradável de direitos humanos”.
“A descrição de fé religiosa em relação à ética sexual como ‘discriminatória’ é bruta e revela uma falta de sensibilidade para com a convicção religiosa”, ele continuou.
“A comparação de um cristão, de fato, com um ‘fanático’ (por exemplo, uma pessoa com uma aversão irracional a homossexuais) exige mais questionamentos. É evidência adicional de uma atitude zombeteira para com o Cristianismo. Contudo, o arcebispo também disse que a decisão de Laws suprimia o pluralismo britânico, em vez de incentivá-lo, pois o Estado está impondo valores seculares, em vez de adotar uma posição neutra que permitiria que todos os indivíduos de todas as religiões vivessem suas convicções livremente.
“Essa decisão está proclamando um Estado ‘secular’, em vez de um Estado ‘neutro’. E embora por um lado a decisão busque proteger o direito de crentes religiosos de ter e expressar sua fé, por outro tira esses mesmos direitos. Diz que a demissão de crentes religiosos em recentes casos não era uma negação de seus direitos, muito embora convicções religiosas não possam ser separadas de sua expressão em todas as áreas da vida do crente. Estranhamente, o juiz não lida com o argumento de que direitos têm de ser sustentados na balança e ele evidentemente está indiferente ao fato de que os crentes religiosos são negativamente afetados por essa decisão e outras”.
A negação dos direitos dos cristãos no Reino Unido continua rapidamente sob as leis anti-discriminação introduzidas pelo governo trabalhista. Nos vários anos passados numerosos relatos de cristãos perdendo seus empregos ou até mesmo sendo presosdiscurso “Finest Hour” de Winston Churchill da 2ª Guerra Mundial.
O famoso primeiro ministro britânico havia unificado o povo britânico às vésperas da Batalha da Bretanha em junho de 1940 dizendo: “A sobrevivência da civilização cristã depende desta batalha”. Ele avisou que se eles fracassem, “tudo o que temos conhecido e amado afundará no abismo de uma nova Era das Trevas, mais sinistra e talvez mais prolongada, pelas luzes da ciência pervertida”.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
British Supreme Court Rejects Case of Marriage Registrar Forced to Perform Gay Ceremonies

http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031001.html
U.K. Police Constable Fights Backagainst Pro-Homosexual Policeover Discrimination http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08072215.html

UK Christian Charity May notRetain All-Christian Hiring Policy http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052611.html

Christian Couple Forced to Sellafter being Cleared ofReligious Discrimination Charges http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10040102.html

UK: Religious Schools May NotTeach Christian Sexual Morals “As ifThey Were Objectively True” 
lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07030504.html

UK Evangelicals Ponder “Violent Revolution” in Light of GrowingPersecution
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/nov/06110907.html

raduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10043007
 

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