// Estar com Deus

terça-feira, 13 de agosto de 2013

De que Jesus morreu? A ciência responde.

De que Jesus morreu? A ciência responde.



A revista IstoÉ desta semana traz como matéria de capa "A autópsia de Jesus". E abre a matéria assim: "De duas, uma:
sempre que a ciência se dispõe a estudar as circunstâncias da morte de Jesus Cristo, ou os pesquisadores enveredam pelo ateísmo e repetem conclusões preconcebidas ou se baseiam exclusivamente nos fundamentos teóricos dos textos bíblicos e não chegam a resultados práticos. 

O médico legista americano Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da universidade de Columbia, acaba dequebrar essa regra. Ele dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina, o que lhe assegurou a imparcialidade do estudo. 
Temente a Deus e católico fervoroso, manteve ao longo do trabalho o amor, a devoção e o respeito que Cristo lhe inspira.

Zugibe, 76 anos, juntou ciência e fé e atravessou meio século de sua vida debruçado sobre a questão da verdadeira causa mortis de Jesus. Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre esse tema, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo durante as torturantes 18 horas de seu calvário. O interesse pelo assunto surgiu em 1948 quando ele estudava biologia e discordou de um artigo sobre as causas da morte de Jesus. Desde então, não mais deixou de pesquisar e foi reconstituindo com o máximo de fidelidade possível a crucificação de Cristo. 

Nunca faltaram, através dos séculos, hipóteses sobre a causa clínica de sua morte. Jesus morreu antes de ser suspenso na cruz? Morreu no momento em que lhe cravaram uma lança no coração? Morreu de infarto? O médico legista Zugibe é categórico em responder 'não'. E atesta a causa mortis: Jesus morreu de parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos. ...

"O ponto de partida é o Jardim das Oliveiras", prossegue o texto, "quando Jesus se dá conta do sofrimento que se avizinha: condenação, açoitamento e crucificação. Relatos bíblicos revelam que nesse momento 'o seu suor se transformou em gotas de sangue que caíram ao chão'. A descrição (feita pelo apóstolo Lucas, que era médico) condiz, segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo. "Fala-se sempre das dores físicas de Jesus, mas o seu tormento e sofrimento mental, segundo o autor, não costumam ser lembrados e reconhecidos pelos cristãos: 'Ele foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total.' 

Zugibe cita um trecho das escrituras em que um apóstolo escreve: 'Jesus caiu no chão e orou.' Ele observa que isso é uma indicação de sua extrema fraqueza física, já que era incomum um judeu ajoelhar-se durante a oração. A palidez com que Cristo é retratado enquanto está no Jardim das Oliveiras é um reflexo médico de seu medo e angústia: em situações de perigo, o sistema nervoso central é acionado e o fluxo sanguíneo é desviado das regiões periféricas para o cérebro, a fim de aguçar a percepção e permitir maior força aos músculos. É esse desvio do sangue que causa a palidez facial característica associada ao medo. 

Mas esse era ainda somente o começo das 18 horas de tortura. Após a condenação, Jesus é violentamente açoitado por soldados romanos por ordem de Pôncio Pilatos, o prefeito de Judéia. Para descrever com precisão os ferimentos causados pelo açoite, Zugibe pesquisou os tipos de chicotes que eram usados no flagelo dos condenados. Em geral, eles tinham três tiras e cada uma possuía na ponta pedaços de ossos de carneiro ou outros objetos pontiagudos. A conclusão é que Jesus Cristo recebeu 39 chibatadas (o previsto na chamada Lei Mosaica), o que equivale na prática a 117 golpes, já que o chicote tinha três pontas.

As conseqüências médicas de uma surra tão violenta são hemorragias, acúmulo de sangue e líquidos nos pulmões e possível laceração no baço e no fígado. A vítima também sofre tremores e desmaios. 'A vítima era reduzida a uma massa de carne, exaurida e destroçada, ansiando por água', diz o legista." Depois de descrever a dor lancinante causada pela coroa de espinhos, Zugibe afirma que ao chegar ao local de Sua morte, as mãos de Jesus foram pregadas à cruz com pregos de 12,5 centímetros de comprimento. "Esses objetos perfuraram as palmas de Suas mãos, pouco abaixo do polegar, região por onde passam os nervos medianos, que geram muita dor quando feridos. 

Já preso à trave horizontal, Cristo foi suspenso e essa trave, encaixada na estaca vertical. Os pés de Jesus foram pregados na cruz, um ao lado do outro, e não sobrepostos – mais uma vez, ao contrário do que a arte e as imagens representaram ao longo de séculos. Os pregos perfuraram os nervos plantares, causando dores lancinantes e contínuas." Segundo IstoÉ, "a teoria mais propagada é a da morte por asfixia, mas ela jamais foi testada cientificamente. ... Zugibe classifica essa tese de 'indefensável' sob a perspectiva médica. 

Os exemplos do Exército ou do campo de concentração não valem porque os prisioneiros eram suspensos com os braços diretamente acima da cabeça e as pernas ficavam soltas no ar. Não é possível comparar isso à crucificação, na qual o condenado é suspenso pelos braços num ângulo de 65 a 70 graus do corpo e tem os pés presos à cruz, o que lhe dá alguma sustentação. Experimentos feitos com voluntários atados com os braços para o alto da cabeça mostraram que, em poucos minutos, eles ficaram com capacidade vital diminuída, pressão sangüínea em queda e aumento na pulsação. 

O radiologista austríaco Ulrich Moedder [afirma] que esses voluntários não suportariam mais de seis minutos naquela posição sem descansar. Pois bem, Jesus passou horas na cruz." A revista constata que "Zugibe usa sempre letras maiúsculas nos pronomes que se referem a Jesus e se vale de citações bíblicas revelando a sua fé. Indagado por IstoÉ sobre a sua religiosidade, ele diz que os seus estudos aumentaram a sua crença em Deus: 'Depois de realizar os meus experimentos, eu fui às escrituras. É espantosa a precisão das informações.' Ao final dessa viagem ao calvário, Zugibe faz o que chama de 'sumário da reconstituição forense'. E chega à definitiva causa mortis de Jesus, em sua científica opinião: 'Parada cardíaca e respiratória, em razão de choque traumático e hipovolêmico, resultante da crucificação.'"

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Conselho do Dia
Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:
  
É raro achar um homem tão espiritual que esteja desapegado de tudo. Pois o verdadeiro pobre de espírito e desprendido de toda criatura - quem o descobrirá? Tesouro precioso que é necessário buscar nos confins do mundo (Prov 31,10). Se o homem der toda a fortuna, não é nada. E se fizer grande penitência, ainda é pouco. Compreenda embora todas as ciências, ainda estão muito longe. E se tiver grande virtude de devoção ardente, muito ainda lhe falta, a saber: uma coisa que lhe é sumamente necessária. Que coisa será esta? Que, deixado tudo, se deixa a si mesmo e saia totalmente de si, sem reservar amor-próprio algum, e, depois de feito tudo que soube fazer, reconheça que nada fez. ( Quão poucos são os que amam a cruz de Jesus)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Conselho do Dia

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:
 
Voz do Amado 1. Assim como eu a mim mesmo ofereci espontaneamente ao Pai eterno, com os braços estendidos e o corpo nu, de modo que nada restasse em mim que não fosse oferecido em sacrifício de reconciliação divina: assim também deves tu de coração oferecer-te voluntariamente a mim todos os dias, em oblação pura e santa, com todas as tuas potências e afetos. Que outra coisa exijo de ti senão que te entregues inteiramente a mim? De tudo que me deres fora de ti, não faço caso; porque não busco teus dons, mas a ti mesmo. ( Da oblação de Cristo na cruz e da própria resignação)

EXIGÊNCIAS DA VIDA CRISTÃ

A consciência de ser Cristo possibilita agir em seu nome e receber pessoas em seu nome. Todo poder vem dele. O que alguém faz, estando unido a ele, é como se fosse feito pessoalmente a Ele e dele recebe a recompensa. 
Entendemos facilmente que as pessoas ordenadas ajam em seu nome, com força sacramental. 
Os fiéis reconhecem, de modo semelhante, os religiosos e demais consagrados como representantes de Cristo. São por isso acolhidos, mas também provocam escândalo se forem infiéis ao que representam. O mesmo acontece com todos os batizados: são cristãos, manifestando-o através das obras que praticam com este espírito.

A coerência da fé exige evitar escândalos. A fé é um serviço que se presta também aos outros. Não vivemos a sós. Os pequenos se escandalizam quando veem os grandes agindo mal. Mesmo que alguém não tenha fé, não pode abalar impunemente, a boa fé dos outros. O Juízo de Deus sobre os que provocam escândalos é severo.

Exige-se também coerência consigo mesmo. O Evangelho se serve depalavras duras, como cortar a mão, o pé, arrancar o olho... Hoje a medicina garante queé preciso proceder aalguma amputação para salvar a vida. O simbolismo do Evangelho, de cortão a mão, significa evitar fazer o mal; de cortar o pé é para não irmos aos locais do pecado, cortando andanças perigosas; arrancar o olho é evitara comunicação que leva ao mal, como programas e publicações corrosivas... Nossa inspiração é a Sagrada Escritura: Ela nos dá olhos para ver e pés para andar.

Texto de: Dom Dadeus Grings - O Dia do Senhor N° 2380 30/09/2012

   

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O ANO LITÚRGICO


Com o Advento inicia o novo Ano Litúrgico, tendo como mestre São Lucas, o evangelista da misericórdia de Deus, Ano C. Advento é tempo da chegada do Senhor. Por isso envolve intensa pregação para o Natal de Cristo. Que dizer dele? Como preparar-se dignamente para acolhe-lo? Por duas atitudes fundamentais:
1) tomando-o como ponto de referência: ele veio ao mundo para iciar um novo tempo: 2012 de sua era;
2) acolhendo-o hoje pela Eucaristia e pela igreja, na qual está presente; e preparando-nos para sua vinda definitiva, em sua glória, no fim dos tempos, como conclusão da marcha da História.
Encontramo-nos no tempo, entre o passado, quando veio e fixou sua morada entre nós, e o futuro, quando consumará a caminhada da história da humanidade inteira.
Vivemos, no presente , com a herança do passado, que é a igreja, e na perspectiva do definitivo.
Agora vivemos estas duas dimensões: do passado, com nostalgia, e do futuro, de sonhos, acolhendo aqui e agora a alegria da salvação.
A palavra chave do advento é a vigilância, cuja resposta é a evangelização. A campanha para a Evangelização põe a igreja no Brasil em atitude missionária. Todos somos responsáveis pelo anúncio da vinda de Jesus e da salvação que recebemos dele e por ele. E por nos encontramos no Ano da Fé, pedimos: Senhor, aumentai a nossa fé na vossa vinda!

Texto de: Dom Dadeus Grings - O Dia do Senhor N° 2390 02/12/2012 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Publicar Novamente.

Pessoal, bom dia.
Depois de muito tempo afastado da blogosfera, estou voltando novamente.
Passei um bom tempo atribulado e e não pude mais publicar.
Mas agora com a Graça de Deus, estou voltando novamente.
Fiquem na Paz.
Carpe Dien.

sábado, 23 de junho de 2012

AMANHA É DIA DE SÃO JOAO

No evangelho de Jesus Cristo Segundo o apóstolo Lucas 1,57-66,80, anuncia-se o Nascimento de João Batista e a visita dos vizinhos.
Este nascimento tem uma proposta sempre atual. Pois nos promete traçar uma linha comparativa com a época de seu nascimento e os dias atuais. O nascimento de João Ocorreu num momento em que o Povo de Israel se perguntava se Deus teria se esquecido de suas promessas de lhe enviar o Messias. Assim, as vezes a nossa fé é posta a provas muito duras, quando nos vemos desolados e sem amparo, sozinhos. Quando estamos desencorajados, tristes e desiludidos, sempre uma voz de consolo vem até nós, alguém que nos ampara e nos faz vislumbrar a esperança em dias melhores. João nasceu com esta missão, veio anunciar e preparar o caminho para Jesus e a sua boa nova. João apareceu, pois, como um ponto de encontro entre os dois testamentos, o Antigo e o Novo. O próprio Senhor diz: "A lei e os profetas até João Batista" (lc. 16, 16). João Batista nos preparou o caminho do Senhor, batizou-nos e nos apresentou Jesus, como o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Por isso, devemos estar sempre dispostos, a exemplo de João Batista, para sermos a voz que anuncia a esperança ao irmão e irmã que sofre, anunciar a esperança e alegria em Jesus Cristo, anunciando-o como "caminho a verdade e a vida".

quinta-feira, 31 de maio de 2012

É Razoável Crer?: Quem é Cristo?

É Razoável Crer?: Quem é Cristo?: Por Tihamer Toth

Cristo e o Homem

O escritor polonês Ferdynand Ossendowski, em suas viagens, observava de preferência a espirituali...

É Razoável Crer?: Cristo é Deus - A História

É Razoável Crer?: Cristo é Deus - A História: Por Thiamer Toth Em Pentecostes saiu dos lábios dos apóstolos a primeira pregação, e desde então nunca mais cessou. Neste dia, São Pedro ...

terça-feira, 24 de abril de 2012

IMITAÇÃO DE CRISTO

Conselho do Dia

Este é o conselho que a Imitação de Cristo lhe dá para hoje:

Que poderás ver, em parte alguma, estável debaixo do sol por muito tempo? Pensas talvez te satisfazer completamente? Pois não o conseguirás. Se visses diante de ti todas as coisas, que seria senão vã fantasia? Levanta os olhos a Deus nas alturas e pede perdão de teus pecados e negligências. Deixa as vaidades para os fúteis; tu, porém, atende ao que Deus te manda. Fecha atrás de ti a porta e chama a teu Jesus amado. Fica-te com ele em tua cela, porque tanta paz em outra parte não acharás. Se não tivesses saído, e escutado os rumores do mundo, melhor terias conservado a santa paz; enquanto folgares de ouvir novidades, terás que sofrer desassossego do coração.(o amor à solidão e ao silêncio)
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